quinta-feira, 18 de junho de 2015

Preparando Os Caminhos Do Senhor



Encontro para o grupo de jovens

preparando os caminhos do senhor
“E tu, menino serás chamado de Profeta do Altíssimo,
pois irás adiante do Senhor preparar-lhe os caminhos.” (Lucas 1,76)

Materiais: Bíblia, materiais da dinâmica
Dica: lembrar sempre de organizar o espaço e decorar o ambiente de acordo com o tema.

1 - Iniciando nosso encontro
Oração Inicial conforme o costume do grupo

2 - Palavra que ilumina
Vamos refletir a luz da palavra de Deus sobre nosso tema.
Canto: “Fala Senhor”
Ref: Fala Senhor, fala Senhor, palavra de fraternidade. Fala Senhor, fala Senhor, és luz da humanidade.
1 – A tua Palavra, é fonte que corre, penetra e não morre, não seca jamais.

Leitura Bíblica: Evangelho de São Lucas 3, 1-20
Para conversar:
1-      O que este evangelho traz de mensagem para nós?
2-      Quais são nossas ações de anúncio do Salvador em nosso grupo de jovens?
3-      E fora do grupo o que temos feito como forma de anúncio de Cristo?


3 - Dinâmica
Material: uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha

Desenvolvimento:
Primeiro se explica que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor, após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois a vidro de remédio e por último a esponja.

Então refletimos:
- Como a Palavra de Deus age na minha vida?
- Eu estou agindo como o isopor que não absorve nada e também não afunda ou aprofunda?
- Ou estou agindo como o giz que guarda a água para si sem partilhar com ninguém?
- Ou ainda agimos como o vidrinho que tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo?
- Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?
com água.

4 - Refletindo o tema
Para refletirmos sobre a história de uma pessoa que dou sua vida anunciando o Salvador e que comemoramos o seu dia no dia 24 de junho.

São João Batista

L: No alto das montanhas da Judéia, em Hebron, distante oito milhas de Jerusalém, vivia um casal santo, e que diante de Deus eram justos – Zacarias e Isabel. Apesar de estarem avançados na idade, nutriam em seus corações o desejo de gerar um filho, um descendente. Eram considerados malditos, pois não tinham filhos.
L: O Sacerdote Zacarias, num certo dia em que estava desempenhando as funções de seu ministério, no templo de Jerusalém, entrou no Santuário para queimar incenso, enquanto o povo orava. De repente apareceu-lhe, então à direita do altar dos perfumes, um anjo.
L: Ao perceber o espanto de Zacarias, o anjo lhe disse: “Não temas, Zacarias, por que Deus ouviu tua oração. Tua mulher dar-te-á um filho, a quem darás o nome de João. Muitas coisas falou o anjo a respeito do menino, inclusive que ele seria cheio Espírito Santo, e que iria adiante do Messias.
L: Zacarias questionou o anjo e argumentou a idade avançada dele e da sua esposa Isabel. O anjo respondeu: “Eu sou Gabriel e meu lugar é diante de Deus; e é dele que trago tal mensagem. Porém como não acreditaste em minhas palavras, ficarás mudo, até o dia em que tudo isso se cumprir.”
L: Em cumprimento do que fora predito, Zacarias sai do templo sem conseguir pronunciar nenhuma palavra. Retornando para casa depois de alguns dia, pode confirmar a gravidez de sua esposa, pois para Deus nada é impossível.
L: Em Nazaré, Maria é visitada também por Gabriel, e tão logo ouve a saudação do anjo, profere o sim da redenção da humanidade, por Cristo Jesus. O anjo comunica sobre a gravidez de sua parenta Isabel em seu 6º mês. Maria vai as pressas até o Hebron. Eis que um encontro memorável estava para acontecer, o encontro do precursor e do Messias, cada qual no ventre de sua mãe.
L: Tão logo Isabel ouve a saudação de Maria, o seu ventre pula de alegria e ela exclama: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto do teu ventre, donde me vem à honra de vir a mim a mãe do meu Senhor...
L: João Batista foi batizado no ventre de sua mãe, ao ouvir a saudação de Maria; o estremecer foi provocado pela ação do Espírito Santo de Deus. Lá na casa de Isabel e Zacarias, a mãe do Senhor permanece por alguns meses servindo das mais diversas maneiras.
L: Pouco antes do nascimento do menino, Maria retorna para Nazaré deixando os corações dos parentes, apertados de saudade e gratidão. Isabel dá a luz ao menino, toda a vizinhança correu para saudar o filho primogênito do sacerdote Zacarias.
L: No oitavo dia todos se reuniram para a circuncisão do menino, os que estavam presentes sugeriram que o menino tivesse o nome do pai Isabel contestou e disse: “Ele se chamará João”. Zacarias estando mudo escreveu o nome de João numa tábua e imediatamente voltou a falar, e cheio de alegria no Espírito Santo exclamou: “Bendito seja o Senhor de Israel!”
L: A cada dia o menino crescia e enchia de encanto os vizinhos e moradores das montanhas da Judéia que exclamavam: “Que será um dia este menino?”
L: João era um jovem orante e atuante que movido pelo Espírito Santo, foi para o deserto em busca de santificação. Trajava vestes de pele de camelo, tinha os rins cingidos com uma cinta de couro e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestres.
L: Santo Agostinho diz que, em São João o mundo teve pela primeira vez a experiência do Eremitério. Quando completou 30 anos, recebeu uma ordem divina para deixar o deserto e anunciar a vinda do Messias e preparar-lhe o caminho.
L: João percorre a região do Jordão pregando um batismo de penitencia para remissão dos pecados. João era um profeta que no verdadeiro sentido da palavra, anunciava e denunciava.
L: Sobre João, o próprio Cristo disse: “Que entre os nascidos de mulher, não há maior profeta que João Batista.”
L: Jesus vai ao Jordão, vai ao encontro de João, era dele que o próprio João havia dito: “Eu batizo na água, para a penitência, mas vem outro, que é mais poderoso que eu, e de quem eu não sou digno de desatar as correias das sandálias, ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo.”
L: Ao avistar o Senhor, João ficou extasiado e disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo.” Cumpria-se o que tinha Isaias profetizado.
L: Jesus entra na água, João não se acha digno de batizá-lo, Jesus insiste para que o rito permaneça. O Espírito Santo desceu sob a forma de uma pomba o céu se abriu, e do céu ouviu-se uma voz: “Este é meu filho muito amado, em que pus minha complacência.”
L: Jesus segue seu caminho e João sua missão de denunciar as injustiças, o abuso de poder, as imoralidade, as ofensas as leis de Deus.
L: João os chama de serpentes, víboras, e pelo seu tom ameaçador e denunciador é preso por Herodes.
L: O Rei Herodes vivia com a esposa de seu irmão, e com a maior naturalidade desfilava com ela pelos palácios da corte.
L: João condena a atitude dos dois, por adultério, e os chama a conversão e penitência. A amante de Herodes influencia a filha a pedir a cabeça de João Batista numa bandeja de prata. Herodes atende, e João é decapitado.
L: João Batista é aquele que fecha o antigo testamento e abre o novo, apresentando a todos a figura do Cristo Redentor.
L: O Dia de São João é comemorado na mesma data em que aconteceu o seu nascimento, 24 de junho. Costuma ser comemorado com festas juninas em todo o país.
L: Por isso, Viva São João!!!

5 - Oração final
Todos:
São João Batista, voz que clama no deserto: "Endireitai os caminhos do Senhor. Fazei penitência, porque no meio de vós está quem vós não conheceis e do qual eu não sou digno de desatar os cordões das sandálias", ajudai-me a fazer penitência das minhas faltas para que eu me torne digno do perdão daquele que vós anunciastes com estas palavras: "Eis o Cordeiro de Deus, eis aquele que tira o pecado do mundo".
São João, pregador da penitência, rogai por nós.
São João, precursor do Messias, rogai por nós.
São João, alegria do povo, rogai por nós. Amém.
Pai Nosso...

6 - Benção final
Abençoai, Senhor, o vosso povo, que espera a graça e a misericórdia; concedei que alcancemos, por vossa generosidade, o que desejamos, por vosso própria inspiração. Por Cristo, nosso Senhor. Amém!
O Senhor nos abençoe e nos guarde! T: Amém
O Senhor faça brilhar sobre nós a Sua face e nos seja favorável!  T: Amém
O Senhor dirija para nós o Seu rosto e nos dê a paz! T: Amém
Que o Deus da paz, do amor e da caridade nos guarde hoje e sempre! T: Amém



11° Retiro Anual da Juventude






O 11° Retiro Anual da Juventude (RAJ), que é organizado pela Coordenação Diocesana das Pastorais da Juventude (CDPJs), aconteceu nesse fim de semana, dos dias 23 e 24 de maio. Cerca de 40 jovens das diversas paróquias de nossa Dioceses participaram do retiro, que teve como tema os “Lugares Vitais de Jesus” e iluminação bíblica “Eu vim para servir” (Mc 10, 45). Com a assessoria do Pe. Maicon Malacarne, da Diocese de Erechim/RS, os participantes viajaram entre os lugares da vida de Jesus e viveram o significado de cada um desses lugares.

Aconteceram momentos muito fortes, mas os mais profundos foram o momento da adoração ao Santíssimo conduzido por uma jovem e o momento de vivência conduzido por Pe. Maicon, dentre os comentários dos jovens após esses momentos o que ficou evidenciado é que não haviam palavras que pudessem expressar os sentimentos causados nesses momentos.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Ao encontro da caridade



Encontro para o grupo de jovens

Ao encontro da caridade

“A Caridade não deve ser um bem de exposição, mas um discreto ato de amor!”

 
Materiais: Bíblia, um coração, 1 pão, materiais da dinâmica
Dica: lembrar sempre de organizar o espaço e decorar o ambiente de acordo com o tema.

1 - Iniciando nosso encontro
Oração Inicial conforme o costume do grupo

2 - Palavra que ilumina
Vamos refletir a luz da palavra de Deus sobre nosso tema.
Canto: “Fala Senhor”
Ref: Fala Senhor, fala Senhor, palavra de fraternidade. Fala Senhor, fala Senhor, és luz da humanidade.
1 – A tua Palavra, é fonte que corre, penetra e não morre, não seca jamais.

Leitura Bíblica: Evangelho de São Lucas 10, 25-37
Para conversar:

  1. O que este evangelho traz de mensagem para nós?
  2. Quais são nossas ações de caridade no grupo de jovens?
  3. E fora do grupo o que temos feito como forma de caridade?

3 - Dinâmica
“Abrir o pirulito usando uma mão”
Objetivo: Estimular o Trabalho em Equipe.
Materiais: Uma bandeja de pirulitos de acordo com o número de participantes.
Procedimento: forma-se um círculo, diga então aos participantes: 'vocês terão que chupar um pirulito, porém não poderão usar as duas mãos para desembrulhar o pirulito e colocar em sua própria boca’. Deixe que os participantes usem sua criatividade para abrir o pirulito.
Os participantes ficam loucos pensando como fazer isso. Alguns participantes até pegam a bala com a boca e tenta desembrulhar na boca.
Espera-se que eles se ajudem, que um participante ajude o outro a desembrulhar seu pirulito.

4 - Refletindo o tema
Para refletirmos sobre a caridade vamos conhecer uma pessoa que fez da sua vida um ato de caridade e que comemoramos o seu dia no dia 13 de junho.

Santo Antônio de Pádua


L: Santo Antônio de Pádua é tão conhecido por seu nome de ordenação que chamá-lo pelo nome que
recebeu no batismo parece estranho: Fernando de Bulhões e Taveira de Azevedo. Além disso, ele era português: nasceu em 1195, em Lisboa. De família muito rica e da nobreza, ingressou muito jovem na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Fez seus estudos filosóficos e teológicos em Coimbra e foi lá também que se ordenou sacerdote. Nesse tempo, ainda estava vivo Francisco de Assis, e os primeiros frades dirigidos por ele chegavam a Portugal, instalando ali um mosteiro.
L: Os franciscanos eram conhecidos por percorrer caminhos e estradas, de povoado em povoado, de cidade em cidade, vestidos com seus hábitos simples e vivendo em total pobreza. Esse trabalho já produzia mártires. No Marrocos, por exemplo, vários deles perderam a vida por causa da fé e seus corpos foram levados para Portugal, fato que impressionou muito o jovem Fernando. Empolgado com o estilo de vida e de trabalho dos franciscanos, que, diversamente dos outros frades, não viviam como eremitas, mas saiam pelo mundo pregando e evangelizando, resolveu também ir pregar no Marrocos. Entrou para a Ordem, vestiu o hábito dos franciscanos e tomou o nome de Antônio.
L: Entretanto seu destino não parecia ser o Marrocos. Mal chegou ao país, contraiu uma doença que o obrigou a voltar para Portugal. Aconteceu, porém, que o navio em que viajava foi envolvido por um tremendo vendaval, que empurrou a nave em direção à Itália. Antônio desembarcou na ilha da Sicília e de lá rumou para Assis, a fim de encontrar-se com seu inspirador e fundador da Ordem, Francisco. Com pouco tempo de convivência, transmitiu tanta segurança a ele que foi designado para lecionar teologia aos frades de Bolonha.
L: Com apenas vinte e seis anos de idade, foi eleito provincial dos franciscanos do norte da Itália. Antônio aceitou o cargo, mas não ficou nele por muito tempo. Seu desejo era pregar, e rumou pelos caminhos da Itália setentrional, praticando a caridade, catequizando o povo simples, dando assistência espiritual aos enfermos e excluídos e até mesmo organizando socialmente essas comunidades. Pregava contra as novas formas de corrupção nascidas do luxo e da avareza dos ricos e poderosos das cidades, onde se disseminaram filosofias heréticas. Ele viajou por muitas regiões da Itália e, por três anos, andou pelo Sul da França, principal foco dessas heresias.
L: Continuou vivendo para a pregação da palavra de Cristo até morrer, em 13 de junho de 1231, nas cercanias de Pádua, na Itália, com apenas trinta e seis anos de idade. Ali, foi sepultado numa magnífica basílica romana. Sua popularidade era tamanha que imediatamente seu sepulcro tornou-se meta de peregrinações que duram até nossos dias. São milhares os relatos de milagres e graças alcançadas rogando seu nome. Ele foi canonizado no ano seguinte ao de sua morte pelo papa Gregório IX.
L: Na Itália e no Brasil, por exemplo, ele é venerado por ajudar a arranjar casamentos e encontrar coisas perdidas. Há também uma forma de caridade denominada "Pão de Santo Antonio", que copia as atitudes do santo em favor dos pobres e famintos. No Brasil, ele é comemorado numa das festas mais alegres e populares, estando entre as três maiores das chamadas festas juninas. No ano de 1946, foi proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII.

5 - Oração final
Pedro Casaldáliga – Orações da Caminhada, pág. 100

Todos:
Deus de toda vida, Único Senhor da terra, Pai-Mãe da família humana! Tu nos queres vivendo em irmandade, sem medo e sem violência, sem egoísmo e sem corrupção: na justiça, na solidariedade, no amor! Abençoa este pão, fruto da Terra-Mãe e arte de nossas mãos! Reacende a chama da nossa utopia! Fortalece nossa marcha para a Terra Prometida da reforma agrária, do trabalho com dignidade, da democracia real! Pelo pranto, pelos sonhos, pela luta e pelo sangue dos irmãos e irmãs que nos precedem e acompanham. Por teu Filho, Jesus, o Libertador. Sempre na procura do teu Reino. Amém, Axé, Awerê, Aleluia!

Vamos partilhar o pão fazendo memória daqueles e daquelas jovens mais sofridos e marginalizados. Onde mora o Mestre? É na partilha que nós o reconhecemos. E é junto dos jovens oprimidos que o encontramos. (Cada jovem deve comer seu pedaço de pão e fazer memória de algum grupo e/ou pessoa que queira trazer para o momento orante. Ex: partilho este pão com os jovens que sofrem com a “violência” ...)

Pai Nosso...

6 - Benção final
(cf Hb 13, 20-21)
Aquele que se tornou, pelo sangue de uma aliança eterna, o grande pastor das ovelhas, nosso Senhor Jesus, o Deus da paz o reconduziu dentre os mortos. Que o mesmo Deus vos torne aptos para todo o bem, a fim de fazerdes a sua vontade. Que ele realize em nós o que lhe é agradável, por Jesus Cristo, ao qual seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém!

O Senhor nos abençoe e nos guarde! T: Amém
O Senhor faça brilhar sobre nós a Sua face e nos seja favorável!  T: Amém
O Senhor dirija para nós o Seu rosto e nos dê a paz! T: Amém
Que o Deus da paz, do amor e da caridade nos guarde hoje e sempre! T: Amém